Coletor de lixo estuda com doações e passa em 2° lugar para cursar Medicina

O caso do jovem coletor de lixo que conseguiu passar para a faculdade de medicina, acabou viralizando em todo o país e comoveu a todos. Joel Silva, de 22 anos de idade, ficou em choque com a descoberta que havia passado e celebrou junto com sua família. Segundo ele, ele estava se arrumando para o trabalho quando foi conferir a lista dos aprovados.

Joel Silva ficou em segundo lugar para o curso de Medicina da UFPA, um dos cursos mais disputados do país, agora o jovem vai voltar ao mesmo lugar onde acabou largando a faculdade de Direito.

Atualmente o rapaz trabalha como coletor de lixo, mas sempre teve esperança que de os estudos iriam levar ele para algum lugar, Joel Silva contou em entrevista que ficou desanimado com os estudos e teve de começar a ajudar nas contas da casa. Ele revelou que seus pais já trabalham há anos coletando lixo.

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Com o avanço da idade, eles foram ficando mais debilitados, motivo pelo qual o jovem parou de estudar. Porém ele contou que sempre teve o apoio de todos. “Eu sempre fui incentivado a buscar a leitura. Como sou de uma área periférica, tinha poucas opções de lazer, e meu hobby se tornou ler”.

Para se manter centrado nos estudos para realizar o ENEM , Joel contou que buscava livros no lixo. “Eles trabalhavam em um galpão perto de minha casa, e eu ia com eles muitas vezes e sempre procurava algo para ler. Lá, além de materiais como garrafas PET e papelão, uma grande parcela era papéis e livros. E sempre tinha um material bom”.

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Na internet o assunto viralizou e ganhou destaque em todos os meios de comunicação, os usuários ficaram surpresos com a persistência é feito por Joel Silva. O rapaz gerou grande comoção e todos estão comentando seu nome.

Joel contou também que sua rotina de estudos era puxada, sendo que ele estudava cerca de 5 horas por noite, começando as 18 e parando somente ás 23, e todo dia as 6 da manhã ele estava de pé para o trabalho, por fim toda a dificuldade lhe rendeu uma vaga no curso de medicina.

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O universitário relatou ainda sua motivação. “Escolhi pelo fator de transformação social, para ter chance de dar atendimento à população. Aqui tem várias especialidades médicas que é bem difícil conseguir uma vaga. Precisamos de apoio, e quero ajudar”.



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